ele não adivinha. nem o erro.
O Bip, entregador da padaria, segue o programa como está escrito. Se faltou um passo, ele para antes; se sobrou, bate no muro. É assim que a criança aprende a dizer exatamente o que quer.
“O Bip recebeu ‘pegue aquilo’ e ficou parado. Qual versão conserta?” · texto da lição “O robô que leva tudo ao pé da letra”
tem mais de um jeito certo.
Com a Lila, ajudante da escola, ela monta caminhos e compara soluções. O desafio é conferido pelo resultado, não por um gabarito: se chegou, o caminho que ela escolheu vale.
“Abra no meio e veja se o nome vem antes ou depois. Jogue fora a metade errada. Duas olhadas, e não doze.” · texto da lição “Procurar um nome na lista”
achar o erro faz parte.
Algumas lições começam com o programa quebrado. As dicas apontam o caminho sem entregar a resposta. E no álbum, o item que vem com Bug vira Corrigido quando ela resolve um desafio de depuração.
do robô ao mundo real.
O que ela aprende com o Bip é a mesma ideia que faz funcionar coisas que ela já usa todo dia.
- Instruções precisas
as instruções do GPS
Cada instrução precisa ser exata: em que rua virar, para que lado, quando parar. Uma instrução errada leva ao lugar errado, como acontece com o Bip.
- Algoritmo
achar uma palavra no dicionário
Abrir no meio e jogar fora a metade errada é o jeito mais rápido de achar algo numa lista em ordem. Computadores usam a mesma ideia para buscar em listas enormes.
- Repetição
o jogo que cria mapa novo
Muitos jogos usam um programa que repete um padrão, com variações, para montar mapas e fases sem desenhar cada bloco à mão.
- Depuração
a atualização que conserta o app
Quando um app trava e no dia seguinte volta a funcionar, alguém achou o bug e consertou. É o que ela faz nas lições de conserto.
São os mesmos conceitos que usam as pessoas que fazem jogos, apps e sites. Na trilha, os próximos módulos trazem condições, repetição até cumprir um objetivo e variáveis.
você vê o que ela aprendeu.
O relatório mostra em que ponto ela está em cada conceito (Visto, Praticado ou Dominado) e a última lição: quantas tentativas, quantas dicas e o programa que ela montou.
- Você define quanto tempo por dia.
- A criança entra sem e-mail e sem nome.
- Amigos, trocas e ranking começam desligados.
- Ela não recebe notificação, e o app não tem anúncio.
2 tentativas · 1 dica
cada item ensina um termo.
Lição concluída com acerto rende um pacote com 2 itens da cultura de quem programa. Nada é vendido, e as chances são públicas. Toque num item para ver o termo.
Série Primeiro Commit · 32 itens
Ver as chances de cada raridade
| Comum | 55% | |
| Incomum | 27% | |
| Raro | 12% | |
| Épico | 4,5% | |
| Lendário | 1,2% | |
| Mítico | 0,3% |
Até 5 pacotes por dia. Nenhum item está à venda.
não era a programação. era o jeito de ensinar.
Estudei programação em cursos tradicionais e quase larguei: o começo não era interessante. No CS50, o curso de introdução à computação de Harvard, a diferença foi enorme. O mesmo assunto ficou fácil de entender, e eu queria continuar.
Lembrei dos meus irmãos. Eles tinham passado por cursos de programação, não gostaram do jeito de ensinar e não ficaram, mesmo gostando do que dá para fazer com programação. Decidi testar com eles um jeito de aprender fácil de entender e que não enjoa.
O Pixelário nasceu daí. O método se inspira no CS50, adaptado para crianças: cada lição parte de um problema concreto, e as dicas ajudam sem entregar a resposta. Hoje sou desenvolvedor, com certificação AWS.
antes de entrar.
Ela precisa saber programar?
Não. O primeiro módulo começa do zero, com instruções para um robô que faz tudo ao pé da letra.
É código de verdade ou só joguinho?
Ela não digita código: monta o programa com cartões em português, como “andar 1” e “virar à esquerda”. Os conceitos são os de qualquer linguagem: sequência, algoritmo, repetição e depuração.
E se ela travar?
As dicas vêm em três níveis e nunca entregam a resposta: uma pista sobre a ideia, depois onde está o erro, depois um exemplo parecido.
É mais uma tela?
É uma tela em que ela resolve problemas, com lições que terminam. Você escolhe o limite diário, e o app não chama a criança de volta com notificação.
A criança fala com estranhos?
Não existe chat livre. Amigos e trocas começam desligados, e cada amizade precisa da sua aprovação.
Os pacotes não são uma caixa de recompensa?
Os itens vêm de lição concluída com acerto e nunca são vendidos. As chances estão publicadas nesta página e são as mesmas para todos.
Já existem opções gratuitas, como o Scratch. Qual a diferença?
O Scratch é feito para criar projetos livres. O Pixelário é uma trilha de desafios em sequência, com um relatório para você acompanhar o que a criança aprendeu.
Precisa instalar alguma coisa?
Não. Funciona no navegador do computador ou do celular, e dá para instalar no celular como um app. A plataforma é para 7 a 15 anos; o lançamento começa pela trilha de 9 a 12.
E se não funcionar para a gente?
Você pode pedir reembolso em até 7 dias depois de cada pagamento.
entre na lista do piloto.
Avisamos por e-mail quando o piloto e a abertura estiverem chegando. Entrar na lista não custa nada, não compra nenhum plano e não garante vaga. O piloto é pago pela assinatura, sem matrícula.
Preços de pré-venda| Plano | Mensal | Anual | Fundador |
|---|---|---|---|
| Família 1 | R$ 49por mês | R$ 470por ano | R$ 390por ano |
| Família 3até 3 crianças | R$ 79por mês | R$ 790por ano | R$ 650por ano |
- Fundador é o plano anual da pré-venda: o preço fica congelado por 2 anos, com reembolso integral em até 7 dias.
- O anual pode ser pago em até 12x sem juros.
- Se cancelar o anual depois de 7 dias, não há reembolso, e o acesso continua até o fim do período.
- São valores de pré-venda e podem mudar depois do piloto.
Obrigado.
Vamos escrever para o seu e-mail quando houver novidade sobre o piloto.
Conhece outra família com criança de 9 a 12 anos? Mande o link por onde quiser.